Com humor sarcástico, escritor volta a atacar a Era Dilma no livro “Que horas ela vai?”

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Jornalista e escritor Guilherme Fiuza reúne frases irônicas sobre os últimos episódios do governo de Dilma Rousseff

Depois do sucesso de “Não é a mamãe”, em que compilou 100 crônicas sobre o governo Dilma, Guilherme Fiuza embarca em mais uma aventura literária sobre a presidenta.  Por meio de verbetes em ordem alfabética, o escritor apresenta em “Que horas ela vai?” o que ele define como um “diário da agonia” da governante. O livro, que já no título faz uma referência clara ao impeachment, chega às livrarias ainda neste mês de março pela Editora Record.

Aos olhos de Fiuza, o Brasil se tornou um país em contagem regressiva após a reeleição de Dilma. Em uma radiografia sarcástica do atual governo, ele passeia por momentos dramáticos da história recente como a Operação Lava-Jato, a tragédia em Mariana e o rebaixamento da economia brasileira pelas agências de classificação de risco. Entre os personagens deste roteiro da vida real estão Rodrigo Janot, Edinho Silva, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Fernando Pimentel, João Vaccari Neto, e, é claro, o ex-presidente Lula.

O autor argumenta que Dilma bateu todos os recordes de Fernando Collor: “Se o ex-presidente durou pouco mais de seis meses após estourar seu escândalo, a afilhada de Lula conseguiu ultrapassar um ano escandalizando o país, desde a descoberta de que sua reeleição foi financiada por pedaladas e petróleo”, declara Fiuza, que compara o esquema PC Farias a um roubo de galinha diante das revelações da Operação Lava-Jato.

Trechos

Impeachment

Mistério: por que Renan Calheiros tirou Dilma da guilhotina? Circula nos bastidores que o Planalto prometeu a ele o penteado do Neymar.

Dilma afirma que a democracia brasileira é adolescente. Ou seja, terá que responder também por corrupção de menor.

Imprensa

Neta do Lula mente para atacar O Globo. É a prova de que o DNA do messias atravessa intacto pelo menos duas gerações.

Sobre o autor

Guilherme Fiuza é colunista de O Globo e da revista Época e autor dos best-sellers Meu nome não é Johnny (vencedor do Grande Prêmio de Cinema – melhor roteiro adaptado), Bussunda – A vida do casseta e Giane – Vida, arte e luta e Não é a mamãe: Para entender a Era Dilma. Escreveu também os livros Amazônia, 20º andar e 3.000 dias no bunker, que conta a história do Plano Real. É coautor da minissérie da TV Globo O brado retumbante, indicada ao Emmy Internacional 2013.

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