Lula escreve texto desesperado e inconvincente à Folha

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Lula escreveu, na Folha de São Paulo, um texto no qual se defende da Lava-Jato. Aliás, se defender não é bem o caso. O ex-presidente se faz de vítima, mas não explica nada daquilo que realmente importa, como as acusações pelas quais responde investigação.

“Vejo meu nome no centro de uma verdadeira caçada judicial. Devassaram minhas contas pessoais, as de minha esposa e de meus filhos; grampearam meus telefonemas e divulgaram o conteúdo; invadiram minha casa e conduziram-me à força para depor, sem motivo razoável e sem base legal. Estão à procura de um crime, para me acusar, mas não encontraram e nem vão encontrar”, afirmou Lula, repetindo a mesma narrativa já desmentida.

O texto é uma evidência de desespero. Lula sabe que as evidências contra ele nos casos do sítio e do triplex são muitas, ele sabe que a única razão para ainda não estar preso é o fato de que os responsáveis por seu caso querem ser prudentemente cautelosos com as provas.

Em certo ponto, mostrando total delírio em sua versão dos fatos, Lula escreveu:

“Entre as dezenas de réus delatores, nenhum disse que tratou de algo ilegal ou desonesto comigo, a despeito da insistência dos agentes públicos para que o façam, até mesmo como condição para obter benefícios.”

A verdade, entretanto, é que Lula é citado em dezenas de delações, dentre as quais as delações de Marcelo Odebrecht, Delcídio do Amaral e Leo Pinheiro, todos os três amigos queridos do ex-presidente.

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