Lava Jato diz que Dodge sabia de acordo com Petrobras

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A força-tarefa da Lava Jato pretendia administrar um fundo de R$ 1,25 bilhão. O dinheiro equivale à metade da multa paga pela Petrobras nos EUA.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (15) o acordo bilionário da Lava Jato com a Petrobras.

Diante desta decisão, os 13 procuradores da força-tarefa do Ministério Público Federal do Paraná requereram à Justiça Federal o encaminhamento à Corte máxima de informações que, segundo eles, “podem ser relevantes” para a alteração do entendimento do magistrado.

 “A decisão [de Alexandre] é reflexo do entendimento equivocado da procuradora-geral a respeito do acordo, segundo o qual os recursos ficariam no Brasil se não fosse a realização do acordo suspenso.”

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, está enfrentando uma crise no órgão após fulminar o acordo da Lava Jato com a Petrobras, por meio de Arguição no Supremo.

Os procuradores da força-tarefa sustentam que Dodge foi informada a primeira vez sobre o acordo no dia 26 de setembro de 2018.

“Os termos do ajuste são bastante semelhantes ao termo do acordo posteriormente celebrado”, afirmam os 13 procuradores da força-tarefa.

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